Postado por: Raquel Borsari em 08/out/2018 |

Mesmo sem obrigatoriedade, idosos vão às urnas exercer a cidadania, em Caratinga

“O voto é um dever e um privilégio”, diz aposentado

“Eu voto pelos meus filhos!”, destacou dona Geralda de Oliveira Costa. A aposentada de 71 anos não tem a obrigatoriedade de votar, mas acordou mais cedo neste domingo (07/10) e foi exercer o seu direito, na Escola Estadual Juarez Canuto de Souza, no bairro Santa Cruz, em Caratinga.

A disputa eleitoral de 2018 mobilizou cerca de 147 milhões de pessoas no País, inclusive o eleitorado idoso. Fatores como a não-obrigatoriedade, dificuldades de locomoção e até a distância entre as zonas eleitorais e residências, em alguns casos, são impedimentos comuns. Mas eleitores como o aposentado Robinson Leitte, de 86 anos, superaram o que poderiam ser barreiras e não deixaram de participar: “Voto é sempre um dever e um privilégio. O voto tem o valor de ser muitos a favor de uma causa só. Faço questão de vir”.

O voto facultativo é direito concedido para jovens entre 16 e 17 anos e idosos acima de 70. Apesar da participação não ser obrigatória, esses eleitores são convocados pela Justiça Eleitoral para a revisão do eleitorado, sob risco de cancelamento do título. Para os idosos, a convocatória é uma forma de garantir se o grupo quer continuar exercendo o voto.

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