Postado por: Raquel Borsari em 09/jul/2018 |

Safira, cadela sepultada em cemitério em Caratinga, pode ter sido envenenada

Um bilhete com os dizeres "foi tarde, chata demais", foi deixado na porta da casa dos donos de Safira junto com restos de comida envoltos em plástico

As imagens do sepultamento de uma cachorra da raça pastor alemão repercutiram nas redes sociais durante o último sábado (07/07). A postagem foi feita pela dona do animal, a cabeleireira Adriana Paula Batista, que ainda está muito emocionada com a morte da Safira. Adriana Paula colocou uma imagem de luto pelo falecimento da Safira em seu perfil no Facebook.

O caso aconteceu em Caratinga e Safira foi sepultada no Cemitério São João Batista. O animal faleceu com 1 ano e 9 meses. Adriana Paula contou que foi uma forma de se despedir e de homenagear a fiel companheira, que era considerada como membro da família. “A Safira era muito querida. Era da raça pastor alemão, mas muito dócil. Ela nunca avançou em ninguém e desde bebê foi tratada como membro da família. Dormia na cama com minha filha. Depois que ela atingiu um tamanho maior, que ficou de difícil de mantê-la dentro de casa”, disse Adriana.

Adriana lamentou a repercussão negativa do momento emocionado da família. “Muita gente acha que fizemos uma brincadeira ou para aparecer. Mas, na verdade, foi só um momento de guardar aquela lembrança ali [Facebook]. Eu posso perder as fotos. Tirei as fotos para guardar, minhas filhas não tiveram condições de assistir, até mesmo para mostrá-las, e a gente perde o dispositivo. No Facebook, a gente tem uma conta e então, sempre fica salvo. Eu publiquei simplesmente a minha dor para os meus amigos. Não imaginei que fosse ter essa repercussão. Até porque ninguém sabe o motivo pelo qual foi feito esse funeral para a Safira”, disse ela.

Safira vivia com a família no Bairro Bom Pastor e completaria 2 anos de vida em 19 de outubro. A cachorra chegou à vida da família, quando era filhote. A sogra de Adriana foi quem deu a Safira de presente para o marido dela, Diego Francelino, que sempre quis ter um cão de grande porte. Adriana relatou que o funeral da Safira foi realizado, por meio de um plano de assistência funerária, que inclui animais de estimação entre os beneficiários.

“Foi um seguro de vida que minha sogra fez em favor de todos os membros da família, incluindo pets. Até então, ela nem tinha nos falado. Foi quando vendo sofrimento do filho dela, chorando pela Safira, ela ligou e procurou saber da seguradora. A seguradora deu toda a assistência. A gente não teve gasto nenhum. Assim como ela foi um presente, o sepultamento também foi um presente. Eu nem sabia que isso podia acontecer”, completou Adriana.

Depois da morte e do enterro de Safira, a cabeleireira acredita que a Safira foi vítima da maldade humana. Adriana foi surpreendida nesta manhã de segunda-feira (09) por um bilhete manuscrito em um pedaço de guardanapo. O bilhete com os dizeres “foi tarde, chata demais” foi deixado na porta da casa dela junto com restos de comida envoltos em plástico.

Adriana disse que Safira pode ter sido assassinada comendo algo envenenado e misturado com objetos cortantes. Até o fechamento desta reportagem, Adriana disse que procuraria a delegacia para registrar um boletim de ocorrência, para que o caso seja apurado pela autoridade policial.

 

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