Postado por: Raquel Borsari em 13/jun/2018 |

Para ajudar escolas a lidar com imprevistos do dia a dia, fundo da educação libera recursos por meio do cartão PDDE

Mais de 50 mil escolas já contam com a novidade e a meta é que o cartão chegue a todas as escolas públicas do país

Imprevistos acontecem, não é verdade? De vez em quando um eletrodoméstico quebra, surge um evento de última hora, e logo aparece um gasto que não estava previsto. Normalmente é nesta hora que a gente pega o cartão para pagar a conta. É assim na casa da gente e agora também nas escolas públicas de todo o país. Para ajudar as escolas a lidar com estes imprevistos do dia a dia, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação libera recursos por meio do cartão Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Mais de 50 mil escolas já contam com a novidade e a meta é que o cartão chegue a todas as escolas públicas do país.
 
Depois de anos esperando finalmente uma escola fundamental da rede pública de Brasília comprou novos ventiladores para as salas de aula. O produto foi adquirido com recursos repassados pelo governo federal. Feliz, a diretora Ana Karina Gomes sabe como é importante ter recursos para usar na escola, em benefício dos alunos e professores.
 
Assim como esta escola, outras milhares da rede pública (de educação básica) e privadas (de educação especial), mantidas por entidades sem fim lucrativos de todo o Brasil, também vão receber recursos suplementares do FNDE.
Através de um cartão de débito, do Programa Dinheiro Direto na Escola, as instituições de ensino podem realizar melhorias em infraestrutura física e na área pedagógica, como a compra de ventiladores, a troca de lâmpadas e aquisição de material didático.
 
E por meio do cartão as escolas podem realizar pagamentos, transferências eletrônicas, emitir ordens de pagamento, fazer saques e retirar extratos nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil.
Os recursos do programa ficam automaticamente aplicados na poupança, ou seja, têm rendimentos e podem ser resgatados automaticamente.
As escolas não podem usar o cartão para fazer compras por telefone, na internet ou no exterior, e o limite para transações comerciais, como saques, é de R$ 800 por dia e R$ 2 mil por mês.
 
E atenção, as instituições de ensino devem enviar a prestação de contas dos gastos com o cartão PDDE para as prefeituras – que vão ser as responsáveis por verificar a regularidade dos gastos e fazer o envio dos dados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Esta prestação de contas é necessária para continuar recebendo o benefício.
 
Fonte: TV NBR
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