Postado por: Raquel Borsari em 10/out/2017 |

Parto humanizado

Protagonismo da mulher, assistência multidisciplinar e evidências científicas

A humanização do parto está focada no respeito às escolhas da mulher, no direito a um atendimento digno, respeitoso e sem qualquer tipo de violência. Os conceitos da humanização do parto devem estar presentes em todos os locais de assistência à gestante: em um hospital público, privado, em uma casa de parto e até em uma residência. O que importa é que sejam adotadas práticas que garantam o direito à informação e às escolhas da mulher, como explicou Mateus Clóvis, Ativista pela Humanização do Parto e Nascimento.

A humanização do parto é um direito da mãe e do bebê garantido pela Lei mais importante do nosso país, a Constituição da República, que estabelece a dignidade da pessoa humana como fundamento. Daí vêm os direitos humanos, dentre os quais se destacam o direito à saúde, a não violência e à maternidade segura. É também um direito garantido internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que emite documentos indicando normas de boas práticas para o parto, e alerta para o risco de intervenções que, quando feitas sem correta indicação, podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê.

Sempre que não houver problemas clínicos, algumas práticas de humanização do parto devem ser respeitadas, como: privacidade para a mãe e acompanhante e contato imediato do bebê com a pele da mãe logo após o nascimento.

No setor público há uma média de 44% de cesarianas; no setor privado 88% (sendo que algumas cidades chegam a atingir 98% deste tipo de parto) e no Brasil este índice gira em torno de 56%. E quando se fala em ser humanizado – tanto na cesariana quanto no parto vaginal – é preciso separar: humanizado e assistência respeitosa.

Em Caratinga existe o Grupo Ísis Materna, que é um Movimento Social Pró Parto Humanizado na promoção de atividades informativas para gestantes e demais interessados no tema e acolhimento à mulher, especialmente no que diz respeito à gestação, parto e puerpério. De acordo com o ativista Mateus, esta é uma luta de todos nós que um dia nascemos: é uma luta de toda a família. Ele ressalta que todos devem se educar em relação ao parto e começar a agir.

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