Postado por: Raquel Borsari em 25/ago/2017 |

Câmara cassa mandato de Ronilson por quebra de decoro parlamentar

Resultado: 13 votos favoráveis à cassação e 3 abstenções

Reveja as transmissões realizadas ontem ao vivo pelo Super Canal: https://www.facebook.com/supercanal24hs

A cobertura completa na edição do Hora de Notícia desta sexta-feira (25/08), com transmissão ao vivo no facebook do Super Canal. A partir do meio-dia.

Por 13 votos a favor e 3 abstenções, o vereador Ronilson Marcilio Alves (PTB) condenado por extorsão teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores de Caratinga por quebra de decoro parlamentar. O PSD (Partido Social Democrático) pediu a cassação de Ronilson por ele proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo e que o crime praticado pelo vereador ofende a imagem da Câmara. A votação do relatório final da Comissão Parlamentar Processante (CPP) que pedia a cassação de Ronilson foi aberta e teve início às 21h30, após os argumentos apresentados em Plenário pela defesa de Ronilson, o advogado Dário Júnior.

No processo de cassação, Ronaldo Gomes de Carvalho, o Ronaldo da Milla (PSB), que tomou posse no lugar de Ronilson em 14 de junho, não teve direito a voto. Votaram a favor da cassação: Carlindo Izidoro Gonçalves, Cleon Comini Coelho, Denis Gutemberg, Diego de Oliveira, Johny Claudy, José Cordeiro, Mauro César, Neuza de Freitas, Rômulo Costa, Sebastião Inácio Guerra, Valdeci Dionísio da Silva, Valter Cardoso de Paiva, e Welington Batista Correa, o Helinho. Abstiveram-se de votar: Ricardo Heleno Gusmão, Cleider Costa de Medeiros e Paulo Barbosa Marques, o Paulinho de Dom Lara.

A CPP foi composta pelos vereadores Guerra, Mauro César e Carlindo Izidoro. Guerra foi o presidente, Mauro César, o relator, e Carlindo, o secretário. De acordo com a Câmara, Ronilson ainda pode contestar a cassação do mandato junto à Justiça.

O Plenário da Câmara de Caratinga foi palco de uma votação inédita e histórica. O vereador Ronilson foi condenado a 5 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto por extorquir um padre, exigindo dinheiro para não divulgar um vídeo íntimo do religioso. A Justiça também decretou a perda do mandato do vereador, mas a decisão ainda cabe recurso.

 

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