Postado por: Raquel Borsari em 27/jun/2017 |

XII Exposição Paleoarqueológica e de Animais Taxidermizados acontece em Caratinga

Uma viagem por toda a história da vida na Terra

Fósseis, animais pré-históricos, alguns da Era do Gelo, rochas, sem falar dos animais taxidermizados, que são uma espécie de montagem, reconstituição das características dos animais, expostos com o objetivo de aprimorar os conhecimentos. Na exposição há um jacaré, por exemplo, que chama a atenção. Só assim pra gente ter coragem de chegar tão pertinho e até tocar.

O Coordenador do Curso de Ciências Biológicas do UNEC, Ronny Francisco de Souza, salientou que os animais taxidermizados expostos foram animais encontrados mortos na natureza e que passaram por esta técnica.

Toda esta incrível viagem ao mundo do conhecimento pode ser feita até meio dia do próximo sábado (01/07), na Casa Ziraldo de Cultura. Trata-se da XII Exposição Paleoarqueológica. O Diretor do Grupo Fossilis, Antônio Carlos Teixeira, reforçou que esta é uma parceria entre o Grupo Fossilis, o Curso de Ciências Biológicas do UNEC e o Departamento de Cultura de Caratinga.

Na exposição cada peça, cada detalhe traz um vasto e rico conteúdo informativo. Conhecimento que pode ser relacionado, inclusive, com diversos contextos que vivemos hoje. Quer um exemplo? Quando a gente fala em primatas, em Caratinga, logo pensamos no Muriqui. Mas nossa fauna tem outras espécies importantes, como explicou o estudante do 1º período, Wemerson Souza: “Tanto o Sagui-da-Serra, quanto o Bugio e o Macaco-Prego são daqui da nossa região, da Mata Atlântica.”

É, mas nem tudo é tão bacana assim. Alguns destes animais foram atacados ou mortos por moradores preocupados com a febre amarela. Sem informação correta, muitos acreditaram que matar macacos ajudaria a reduzir a incidência de febre amarela em humanos. Só que não. Eles não são responsáveis pela transmissão da doença. Na febre amarela silvestre, os mosquitos transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros; nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada entra em uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Na febre amarela urbana, o vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti ao homem.

E tem mais animais vítimas da ação humana. É certo que as cobras e os escorpiões assustam mas matá-los pode causar um grande desequilíbrio, como informou Lucas Maimone, do 3º período do Curso de Ciências Biológicas do UNEC.

Passando para um outro cenário, é possível encontrar na exposição também algumas réplicas das primeiras formas de vida na Terra. Além disso há um inseto em âmbar – que nos remete a Jurassic Park -, machadinhas indígenas que foram encontradas na região de Caratinga e até uma rocha que foi doada pela Universidade Nacional Autônoma do México – que seria um fragmento do asteroide que teria matado os dinossauros.

 

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