Postado por: Raquel Borsari em 16/mar/2017 |

Veja como foram os manifestos contra a Reforma da Previdência na região

As ações tiveram como objetivo unir forças e reforçar a luta pelos direitos do trabalhador

 

A quarta-feira (15/03) foi marcada na região por manifestos. Os participantes dos movimentos protestaram contra a reforma da Previdência Social. Os protestos contaram com representantes de diversos sindicatos como os dos trabalhadores rurais, dos professores da rede estadual, colaboradores da Copasa, da Cemig e outras categorias de trabalhadores. Algumas escolas estaduais e municipais não tiveram aulas.
As ações tiveram como objetivo unir forças e reforçar a luta pelos direitos do trabalhador.
Em Caratinga, manifestantes se colocaram contra a reforma da Previdência Social e a reforma trabalhista. Eles convocaram a todos para fazer parte dos movimentos alegando que, se assim não for, as próximas gerações não irão se aposentar.

Em Santa Bárbara do Leste, a BR 116, no perímetro urbano chegou a ser interditada por cerca de 10 minutos. De acordo com os organizadores a manifestação foi pacífica e não houve tumultos. Eles apenas bloquearam a rodovia com cartazes em mãos, reivindicando direitos.

Em Governador Valadares, trabalhadores dos Correios e integrantes do MST e de vários sindicatos participaram do movimento. Era madrugada quando eles chegaram à porta de uma empresa de transporte público, o que impossibilitou que os funcionários saíssem com os ônibus.

Em outro ponto de Valadares, os bombeiros e a Polícia Militar conseguiram dispersar os manifestantes que queimaram pneus mas o trânsito continuou lento. Na porta da prefeitura, quem esteve presente no protesto queimou mais pneus, gritou palavras de ordem e pediu que o município regularize a situação de um loteamento no Bairro Vale Pastoril.

A proposta do governo com a reforma da previdência fixa idade mínima de 65 para requerer aposentadoria e eleva o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Todos os trabalhadores ativos serão afetados. Homens a partir de 50 anos e mulheres com 45 anos ou mais serão enquadrados em normas mais suaves, mas com tempo adicional para requerer o benefício. Aposentados e aqueles que completarem os requisitos para pedir o benefício até a aprovação da reforma não serão afetados.

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