Postado por: Raquel Borsari em 16/mar/2017 |

Moradores do distrito de Sapucaia fazem abaixo-assinado pedindo posto policial

Em nome da segurança

A nossa equipe de jornalismo se deslocou até Sapucaia. O chamado foi feito pelos moradores, ainda assustados após uma noite de violência naquele distrito. As marcas no chão são dos tiros disparados pelos bandidos durante um assalto a uma lanchonete que fica na Praça Doutor José Augusto, na última terça-feira. O dono do estabelecimento comercial, Edmar Severino, não estava no local. Uma das vítimas que estava dentro do estabelecimento comercial foi surpreendida com a chegada do criminoso armado e ainda foi agredida.
 
Em um novo vídeo obtido repassado ao Super Canal é possível ver o momento em que as vítimas tentam se esconder e fugir no momento em que escutam os disparos de arma de fogo na via pública.
 
Momentos depois do crime quatro suspeitos foram conduzidos pela Polícia Militar à Delegacia de Polícia Civil, três deles autuados: Thalis Gonçalves Dias, de 18 anos, Claudinei da Silva Porterio, de 21 anos, Kest Jhonnes Batista Freitas, de 21 anos e conduzidos ao Presídio de Caratinga. Foi recuperada a quantia de R$ 110,00 em dinheiro, maços de cigarros, celulares e quatro motocicletas foram apreendidas. O trabalho realizado pela Polícia Militar foi elogiado pelos moradores. “Ficamos muito satisfeitos com a rapidez da Polícia Militar, só temos a agradecer”, destacou a moradora Poliana Cristina.
 
A realidade do distrito de Sapucaia hoje é a mesma enfrentada em muitas cidades do interior. Outras gerações desfrutaram de um tempo em que as portas e janelas das casas podiam até ficar abertas. Hoje não é mais assim. A tranquilidade está constantemente ameaçada pela criminalidade. A comunidade do distrito está assustada com tamanha violência. A comerciante Adriana Ponchio se mostrou preocupada, “eu tenho um comércio aqui há dois anos, graças a Deus até hoje não sofri nada, mas ontem foi com meu amigo e isso pode vir a acontecer com a gente, estamos correndo muito risco”.
 
Segundo moradores, a partir das 18h e 18h30 não se pode mais sentar na porta de casas. “Beco sem saída, se fica em casa corre perigo, se quer sair para a rua para lazer ou necessidade, tá correndo perigo também”, relatou a moradora Marceni de Souza da Silva.
 
Os moradores realizam um abaixo-assinado solicitando a implantação de um posto policial no distrito.
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