Postado por: Raquel Borsari em 13/mar/2017 |

Fim da audiência de instrução e julgamento envolvendo quatro acusados pelos crimes de extorsão e organização criminosa

Réus, testemunhas de defesa e acusação foram ouvidos

Chegou ao fim a audiência de instrução e julgamento no Fórum Desembargador Faria e Souza, em Caratinga. Foram ouvidos os réus Ronilson Marcílio Alves, de 42 anos, Bruno dos Anjos Freitas Rabelo, de 33, Giorge de Carvalho Lima, de 37, e Alessandro Augusto Teixeira Pinheiro, de 27, denunciados à Justiça pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de extorsão e organização criminosa.  Também foram ouvidas testemunhas de defesa e acusação.

Segundo o advogado Max Capella a audiência foi muito favorável à defesa. “Eles não foram liberados porque já se encerrou a fase instrutória do processo. Agora o processo vai para as alegações finais e depois para a sentença do Juiz. Ficou bem claro que não existe uma organização criminosa, eles não se associaram para cometer um crime e não ficou provada a existência de um crime de extorsão. Vamos trabalhar com a tese defensiva da negativa de autoria, o próprio depoimento da vítima jogou o crime por água abaixo”.  O advogado acredita que a sentença sairá antes dos 30 dias.

A defesa do vereador Ronilson Marcílio, representada pelo advogado Dário Júnior, avaliou a audiência como produtiva. “O processo já está no ponto em que a acusação terá três dias de prazo para apresentar suas alegações finais e depois os defensores também terão este prazo. Posteriormente, o processo será concluso para a sentença. A nossa expectativa é de uma sentença justa. Estamos otimistas em relação à absolvição. O crime de organização criminosa não ficou configurado na audiência de hoje, apenas uma presunção por parte da Polícia”.

Em relação ao depoimento da vítima, o padre, o advogado ressaltou que ele apareceu de forma espontânea e trouxe detalhes importante, inclusive, confirmando que dinheiro algum foi pago a nenhum dos acusados. Ainda de acordo com Dário foi feito o requerimento de revogação da prisão preventiva. “No nosso entendimento não há mais razão para esta prisão preventiva, pois não há mais risco, o processo está encerrado. A própria vítima informou que não recebeu nenhuma ameaça durante este período, sem risco de contato entre vítima e acusados. A vítima nem mora mais em Caratinga. Mas como houve a audiência com todos ouvidos, o magistrado entendeu que não seria o momento de proferir e aguardar o momento da sentença que será em breve”, concluiu.

O advogado Dário Júnior também representa a defesa do acusado Alessandro Augusto Teixeira Pinheiro.

Assista às entrevistas dos advogados de defesa dos acusados na página do facebook do Super Canal: https://www.facebook.com/supercanal24hs/

 

 

 

 

Sequence 09_1 Sequence 10_1




Loading Facebook Comments ...
 





    

Banner-Super-Canal

anunciosantamonica150foto1 (1)