Postado por: Raquel Borsari em 13/mar/2017 |

Acontece em Caratinga: audiência de instrução e julgamento de quatro acusados de extorsão e associação criminosa

Dentre os réus, o vereador reeleito Ronilson Marcílio

Teve início às 13h  no Fórum Desembargador Faria e Sousa, em Caratinga, a audiência de instrução e julgamento dos acusados e investigados na Operação Bolsa Cheio,deflagrada pela Polícia Civil em 29 de novembro do ano passado. O vereador reeleito Ronilson Marcílio Alves, de 42 anos  e outros três réus Bruno dos Anjos Freitas Rabelo, de 33, Giorge de Carvalho Lima, de 37, e Alessandro Augusto Teixeira Pinheiro, de 27, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de extorsão e organização criminosa.

 

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Veja: Chegada do vereador Ronilson

O vereador reeleito Ronilson Marcílio Alves, preso sob a acusação de extorsão contra um padre, chega ao Fórum para participar da audiência de instrução e julgamento.

 

 

Familiares do vereador Ronilson protestam em frente ao Fórum

Em uma manifestação pacífica, alguns membros da família do vereador Ronilson Marcílio protestaram em frente ao Fórum Desembargador Faria e Sousa, onde acontece a audiência de instrução e julgamento que teve início às 13h desta segunda-feira (13/03).

Em entrevista ao Super Canal, a irmã do vereador reeleito, Claudete Inácio Alves, disse que acredita em sua inocência. “Nós confiamos na Justiça e confiamos que vão liberar o Ronilson”.

Ainda segundo a irmã, o vereador também está confiante. “Está tranquilo e confiante. Às vezes as pessoas falam, ele está abatido, emagreceu. Lógico que ele está abatido, ele nunca esteve lá (presídio)”.

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Veja:

 

 

 

Entrevista com Max Capella, advogado de defesa de Bruno e Giorge

Os réus Ronilson Marcílio Alves, de 42 anos, Bruno dos Anjos Freitas Rabelo, de 33, Giorge de Carvalho Lima, de 37, e Alessandro Augusto Teixeira Pinheiro, de 27, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de extorsão e organização criminosa.

Pouco antes da audiência de instrução e julgamento dos acusados investigados na Operação ‘Bolso Cheio’ da Polícia Civil, prevista para as 13h desta segunda-feira (13/03), no Fórum Desembargador Faria e Sousa, o jornalismo do Super Canal conversou com o advogado Max Capella Araújo. A defesa de Bruno e de Giorge ressaltou que uma das teses em favor de seus clientes será retirar o delito de organização criminosa. Os acusados cumprem prisão preventiva no presídio de Caratinga.

“Nós já entendemos desde o início do processo que esta organização criminosa não ficou caracterizada. Depois vamos entrar no mérito da extorsão propriamente dita e mostrar que os dois têm certa negativa de autoria. Vamos tentar, abrangendo tudo que for mostrado no processo hoje, a liberação dos dois”, disse Max.
A Operação ‘Bolso Cheio’ investigou e desarticulou uma suposta organização criminosa suspeita de chantagear um padre, exigindo dinheiro, para que um vídeo íntimo da vítima não fosse divulgado. As investigações apontaram que os investigados teriam exigido inicialmente R$ 200 mil para não divulgar o conteúdo do vídeo. “Vamos mostrar com as próprias provas colhidas pela polícia que a participação dos dois não foi como está mostrada na denúncia”, informou Max.

De acordo com o advogado de defesa, a expectativa para revogar a prisão preventiva de seus clientes é positiva. “Não tem a necessidade da mantença da prisão deles. Estamos aguardando para ver se a vítima vem para ser ouvida ou não. Caso a vítima não compareça, mais um motivo para se revogar a prisão. Porque vamos precisar ter uma nova audiência e eles não vão poder ficar presos indefinidamente à mercê do Poder Judiciário ou do Ministério Público, tentando ouvir essa vítima”, disse.

 

 

Reveja a cobertura do Super Canal sobre o caso. Acesse: http://portal.tvsupercanal.com.br/?s=Ronilson

 

 




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