Postado por: Raquel Borsari em 13/mar/2017 |

Acusados investigados na Operação ‘Bolso Cheio’ vão participar de audiência de instrução e julgamento hoje

A audiência de instrução e julgamento dos acusados de extorsão contra um padre, em Caratinga, acontece hoje, às 13h, no Fórum Desembargador Faria e Sousa

O vereador Ronilson Marcílio Alves, de 42 anos, Bruno dos Anjos Freitas Rabelo, de 33, Giorge de Carvalho Lima, de 37, e Alessandro Augusto Teixeira Pinheiro, de 27, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de extorsão e organização criminosa.

Os acusados cumprem prisão preventiva no presídio de Caratinga. Em fevereiro, o jornalismo do Super Canal conversou com o advogado Max Capella Araújo. Um dos últimos recursos impetrados pela defesa de Bruno e de Giorge no Tribunal de Justiça (TJ) em favor de seus clientes foi julgado e negado.

O mérito do habeas corpus pedido pela defesa do vereador Ronilson, o advogado Dário Júnior, também foi julgado e negado pela Justiça no dia 14 do mês passado. A audiência de instrução e julgamento dos acusados de extorsão contra um padre, em Caratinga, acontece hoje, às 13h, no Fórum Desembargador Faria e Sousa. A audiência tem como objetivo a colheita de provas e ouvir a vítima, testemunhas de acusação e de defesa e os acusados. Após a audiência, o processo vai para a fase de alegações finais e depois será dada a sentença dos acusados.
A Operação ‘Bolso Cheio’ da Polícia Civil investigou e desarticulou uma suposta organização criminosa suspeita de chantagear um padre, exigindo dinheiro, para que um vídeo íntimo da vítima não fosse divulgado. As investigações apontaram que os investigados teriam exigido inicialmente R$ 200 mil para não divulgar o conteúdo do vídeo. Segundo o advogado Max Capella, escutas telefônicas, vídeos e depoimentos constam como provas nos autos do processo.

Bruno, Giorge e Alessandro estão presos desde o dia 29 de novembro do ano passado. Já Ronilson segue detido desde o dia 19 de dezembro, quando foi preso em Cordeiro, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde estava foragido. O advogado Max Capella disse que não concorda com a denúncia por organização criminosa oferecida pelo MP contra seus clientes e está confiante que vai absolver os acusados do crime.

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